terça-feira, 15 de abril de 2008

Paralelos

Numa semana em que sei que dificilmente terei a felicidade de te ter no horizonte, pensei que talvez alguma paz de espirito daí adviesse. Mas eis que das páginas de um livro salta o teu nome com todas as letras. Surpreendo-me tanto como dois dos personagens. Eis que das páginas surge a descrição de uma voz que faz com que os barcos deslizem mais rápidos. Que voz senão a tua, que me gelou o sangue das primeiras vezes que a ouvi? Que me tem suspenso?

A paz de espírito já quase esqueci o que possa ser. Nem nos refúgios obvios e habituais a encontro.

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