É exactamente isso que eu quero, um acordar só para mim... e acho que o estou a conseguir...
Não , não nego que cada vez que ouço musica brasileira tu não me retornas à alma, à boca, às fauces... que o mais dificil de reproduzir é a intimidade que nunca terei...com o J. e com a C. Sim, crianças burguesas e mimadas que amo e amei como se fossem minhas e que ficaram aí, na tua casa, na tua vida, na tua existência como se tudo tivesse sido ontem, apenas e ontem e amanha não existissse como não existo eu.
Bruma... Augusto...Caroço...animais, portanto...
Para o que der e vier...e o meu/teu lado lunar ...
" e se estas procurando distração o romance terminou mais cedo..."
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
O início.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Lutar contra a natureza.
(...)
X: "Agora além das Quintas no Bedroom, também vou fazer umas festas à Sexta no Lollipop, tem de ir, já inclui o seu nome na guest list."
BC: "Está combinado. Fico à espera do sms para a primeira noite!"
X: "A Goose já se juntou a mim. Vão ser noites espectaculares! Começam às onze e para quem trabalha uma é uma boa hora para ir para casa. Sim porque eu não acredito que o pessoal da sua idade e que trabalha sai também a meio da semana..."
BC: "Lol! X acredite que o trabalho condiciona sobretudo quando se entra às 08h30. lol! às Quintas já viu que não apareço muito."
X: "Mas no Lx Factory quero-a lá!"
BC:"Não faltarei! à Sexta vai saber bem!"
Este é o tipo de conversa entre quem não tem de levantar-se todos os dias às 07 da manhã e quem tem e, por isso, já adquiriu um guindaste especial, coordenado com o despertador para elevação directa para o duche, para o quarto. A fim de poder continuar a sua vida social também à noite. Desculpem lá, mas o pessoal da minha idade e que trabalha às 08h30 não consegue fazer milagres!
Ontem, viu-se bem quem ia desarticulando o maxilar.

X: "Agora além das Quintas no Bedroom, também vou fazer umas festas à Sexta no Lollipop, tem de ir, já inclui o seu nome na guest list."
BC: "Está combinado. Fico à espera do sms para a primeira noite!"
X: "A Goose já se juntou a mim. Vão ser noites espectaculares! Começam às onze e para quem trabalha uma é uma boa hora para ir para casa. Sim porque eu não acredito que o pessoal da sua idade e que trabalha sai também a meio da semana..."
BC: "Lol! X acredite que o trabalho condiciona sobretudo quando se entra às 08h30. lol! às Quintas já viu que não apareço muito."
X: "Mas no Lx Factory quero-a lá!"
BC:"Não faltarei! à Sexta vai saber bem!"
Este é o tipo de conversa entre quem não tem de levantar-se todos os dias às 07 da manhã e quem tem e, por isso, já adquiriu um guindaste especial, coordenado com o despertador para elevação directa para o duche, para o quarto. A fim de poder continuar a sua vida social também à noite. Desculpem lá, mas o pessoal da minha idade e que trabalha às 08h30 não consegue fazer milagres!
Ontem, viu-se bem quem ia desarticulando o maxilar.

Os desafios do dia-a-dia.
Vários lugares de estacionamento gorados porque o carro da frente também andava na saga de busca ao lugar. A monotonia junta-se ao desespero e aos minutos que vão passando. A hora combinada aproxima-se. Mais uma voltinha. Nada. Outra voltinha... atenção! Acenderam-se umas luzes... vai sair um carro. É nosso! Põe-se o pisca. Será que cabe? Vai ter de caber. Este lugar ninguém nos vai tirar, nem que fique atravessado. Música de fundo "Missão impossível". Marcha-atrás. Primeira, cuidadosamente chega-se à frente. De novo marcha-atrás. Começa a fase do "destroce" apertado. Vai à frente, vai atrás. Mais um cheirinho à frente, outro atrás. Os senhores no café deliram. "destroce" para o outro lado, vai atrás, agora à frente. Coube. O relógio não parou, estamos em cima da hora. Pegar na mala, sair. Os senhores do café apresentam a expressão de "epá parecia mesmo que não ia dar, nem encostou aos outros carros e é uma miúda".
Missão cumprida.
Missão cumprida.
terça-feira, 24 de março de 2009
Bitates
Hoje não tenho nada para fazer, a não ser tempo, logo nada mais natural que dedicar a minha atenção ao acto de mandar bitates.
O meu bitate é singelo, reporta-se tão somente à necessidade, utilidade e intenção do próprio bitate. É que eles há muitos e das mais variadíssimas espécies e, na sua maioria, não fazem sentido absolutamente nenhum.
Vejamos: ontem, após ter passado 48 horas a tentar infrutiferamente reinstalar um computador, desisto e ponho o assunto em mãos especializadas. Resultado: pareceres vários sobre a stressante vida contemporânea, apreciações sobre o impacto positivo que o yoga poderia ter na minha vida e oferta de um chá. E o computador? Nada, ficou refém.
Hoje, após ter adormecido e, pior, despertado com duas pretensas otites, dirijo-me ao hospital para que o suplício tenha fim. Duas horas e 15 minutos depois, mais 1 hora e 45 minutos do que o que me haviam garantido, lá me arrasto febril para o gabinete. E oiço de tudo: ele é problema de ossos, talvez deva falar com o otorrino em concumitância com um alergologista, mas quem deve ser mesmo bom para resolver isto é o dermatologista, mas também não é nada eu é que me queixo muito, e nem sequer estava a conseguir encontrar o alto que eu dizia que tinha (aquele mesmo que qualquer pessoa, mesmo com muitas dioptrias, via a olho nú). Depois destes bitates todos, e porque uma pessoa mesmo febril, ou principalmente febril, tem limites, também a deixei a pensar com uns bitates dos meus.
O meu bitate é singelo, reporta-se tão somente à necessidade, utilidade e intenção do próprio bitate. É que eles há muitos e das mais variadíssimas espécies e, na sua maioria, não fazem sentido absolutamente nenhum.
Vejamos: ontem, após ter passado 48 horas a tentar infrutiferamente reinstalar um computador, desisto e ponho o assunto em mãos especializadas. Resultado: pareceres vários sobre a stressante vida contemporânea, apreciações sobre o impacto positivo que o yoga poderia ter na minha vida e oferta de um chá. E o computador? Nada, ficou refém.
Hoje, após ter adormecido e, pior, despertado com duas pretensas otites, dirijo-me ao hospital para que o suplício tenha fim. Duas horas e 15 minutos depois, mais 1 hora e 45 minutos do que o que me haviam garantido, lá me arrasto febril para o gabinete. E oiço de tudo: ele é problema de ossos, talvez deva falar com o otorrino em concumitância com um alergologista, mas quem deve ser mesmo bom para resolver isto é o dermatologista, mas também não é nada eu é que me queixo muito, e nem sequer estava a conseguir encontrar o alto que eu dizia que tinha (aquele mesmo que qualquer pessoa, mesmo com muitas dioptrias, via a olho nú). Depois destes bitates todos, e porque uma pessoa mesmo febril, ou principalmente febril, tem limites, também a deixei a pensar com uns bitates dos meus.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Perico Sambeat
domingo, 22 de março de 2009
As reminiscências.
No meio das várias correrias desta semana que passou, presenciei, numa conferência de imprensa, um começo deveras diferente do habitual. Antes de qualquer palavra proferida, fomos brindados com uma actuação de um grupo zulu. Ao mesmo tempo que aplaudi a ideia em pensamento, porque sou muitas vezes assaltada por uma quebra de sono e vergonhosamente penso permanentemente no rico almocinho que nos espera, apercebi-me que aqueles gritos tribais me faziam estremecer e me deixavam muito pouco confortável. Aquele barulho do tambor, com o gritinho histérico tribal da senhora, ao mesmo tempo que eles faziam as suas danças com ar ameaçador e gritavam um, de sua vez, umas silabas de guerra...
Fez-me lembrar o terror que costumava combater no Carnaval quando me encontrava com aquelas máscaras em que apenas se vê uns olhos.
Não sei explicar. Se calhar é alguma memória mal resolvida dos tempos idos quando andava de tanguinha de peles, desgrenhada e mais bronzeada lá nas grutas em sintonia com a natureza e com os dinossauros... É deve ser isso.
Fez-me lembrar o terror que costumava combater no Carnaval quando me encontrava com aquelas máscaras em que apenas se vê uns olhos.
Não sei explicar. Se calhar é alguma memória mal resolvida dos tempos idos quando andava de tanguinha de peles, desgrenhada e mais bronzeada lá nas grutas em sintonia com a natureza e com os dinossauros... É deve ser isso.
sábado, 21 de março de 2009
Sobre o que se tem ouvido em África...
sexta-feira, 20 de março de 2009
I'm Aliiiiveeee
Anuncio formalmente o meu regresso às lides bloguísticas. Após ausência prolongada, a pedido de inúmeras famílias esfaimadas desta luz que os alumiou em tempos -a minha singela prosa. Seguidores deprimidos a um passo do suicídio inundaram a caixa de mails, clamando contra as injustiças da vida em geral, mas por esta em particular.
Cá estou, para voltar a partilhar convosco a minha perspectiva única e distorcida, da vida!
Agora aturem-me...
imagem daqui
quinta-feira, 19 de março de 2009
Ao pequeno-almoço.
Todos dias em que vou tomar o pequeno-almoço ao café, no edíficio onde trabalho:
E: "Bom dia! Quero uma meia de leite clarinha e uma trança de noz e mel se faz favor:)"
R: "Bom dia! Uma meia de leite e uma trança de mel e noz, vem já!"
E é assim. Todas as vezes. O empregado insiste em corrigir-me... mas para teimoso, teimosa e meia.
E: "Bom dia! Quero uma meia de leite clarinha e uma trança de noz e mel se faz favor:)"
R: "Bom dia! Uma meia de leite e uma trança de mel e noz, vem já!"
E é assim. Todas as vezes. O empregado insiste em corrigir-me... mas para teimoso, teimosa e meia.
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