Ficar completamente babada é...
ficar enternecida por um amigo ainda me ligar para me pedir sugestões de sítios bons para jantar ou beber um copo antes. É ficar comovida por ele ainda se lembrar e sobretudo por ter ligado sem se importar com a distância.
E é ter um motivo para passar em revista Lisboa, a cidade que adoro e lembrar-me de todos os cantinhos!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Hong Kong: notas.
Naquela, que é denominada como a cidade mais europeia a Oriente, os contrastes são muito evidentes e a absorção de culturas também.
É interessante ser das miúdas mais altas quando passeio na rua. Altura que acaba por me ajudar a abrir caminho na multidão de gente que circula nas ruas.
Evidencia-se o mote da sobrevivência a circular nas ruas da cidade.
É curioso ver-se a poluição que todos os dias assola Hong Kong, para os mais esquecidos a nuvem está lá bem visivel e impede que os dias solarengos sejam nítidos e descobertos.
Atravessar uma passadeira pode ser comparado com uma batalha dos tempos antigos. Duas multidões em lados opostos, atenção na luz e som dos semáforos, que é lento e pacífico quando com luz vermelha. Assim que cai o verde para os peões, o som torna-se acelerado bem como o passo e ritmo dos transeuntes. De repente parecemos estar numa batalha antiga em que soaram a corneta e avançamos todos numa questão de sobrevivência em conseguir avançar por entre a multidão do lado oposto.
A maior parte da sinaléctica tem a versão inglesa por baixo o cantonês. Praticamente toda a gente entende inglês. Excepto quando saimos da ilha, aí pode ser mais raro e o melhor é optar pelo McDonalds a fim de evitar surpresas quando se encomenda a comida nas barracas nas ruas.
Hong Kong é uma bela experiência!
É interessante ser das miúdas mais altas quando passeio na rua. Altura que acaba por me ajudar a abrir caminho na multidão de gente que circula nas ruas.
Evidencia-se o mote da sobrevivência a circular nas ruas da cidade.
É curioso ver-se a poluição que todos os dias assola Hong Kong, para os mais esquecidos a nuvem está lá bem visivel e impede que os dias solarengos sejam nítidos e descobertos.
Atravessar uma passadeira pode ser comparado com uma batalha dos tempos antigos. Duas multidões em lados opostos, atenção na luz e som dos semáforos, que é lento e pacífico quando com luz vermelha. Assim que cai o verde para os peões, o som torna-se acelerado bem como o passo e ritmo dos transeuntes. De repente parecemos estar numa batalha antiga em que soaram a corneta e avançamos todos numa questão de sobrevivência em conseguir avançar por entre a multidão do lado oposto.
A maior parte da sinaléctica tem a versão inglesa por baixo o cantonês. Praticamente toda a gente entende inglês. Excepto quando saimos da ilha, aí pode ser mais raro e o melhor é optar pelo McDonalds a fim de evitar surpresas quando se encomenda a comida nas barracas nas ruas.
Hong Kong é uma bela experiência!
sábado, 1 de janeiro de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
The road
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
3 anos de blog
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Associacöes.
A chatice, de na televisäo dobrarem todos os filmes e séries, é que se formos num instante à cozinha perdemos por completo a nocäo de quem entrou em cena. É impossivel porque näo associamos a voz ao actor e para além disso quase parece que é sempre a mesma pessoa!
Quando deixa de ser uma novidade...

A propósito da viagem a Hong Kong, comecou uma verdadeira galhofa no escritório. Näo há queixas quanto a viagens. Tudo comeca com saber quais os aeroportos onde compensa fazer compras e segue para nunca desprezar a reserva de voo com o número de passageiro frequente. Passado alguma quantidade de viagens seguidas, é grande a diferenca que pode fazer ter direito a mais uns quilos de bagagem; se o voo estiver lotado ir para business e poder oferecer a viagem a alguém, sim em algumas situacoes o lounge também ajuda. O filme "Nas Nuvens"foi lembrado e só faltou comparacäo de cartöes, o companheirismo näo nos permitiu porque sabemos que todos andamos mais ou menos nos prateados e sobretudo sabemos "enjoy the ride!"
2010.

Apercebi-me hoje que é Natal para a semana. Que vai fazer um ano que alguém me assegurou que 2010 seria cheio de muitas mudancas. E foi. Todas elas diferentes das que imediatamente imaginei e desejei. Estas coisas näo säo de desejos. É receber, cair e erguer. E este ano doeu. Portanto que venha o próximo.
Estou num local que nunca pensaria vir a viver, pelo contrário e agrada-me, pelo menos a curto prazo depois logo se vê. Continuo a näo ser a fortaleza que gostava de ser. Todos os dias uma etapa nova, nem que seja uma palavra nova para o meu vocabulário. Em algumas coisas vejo como estou a ficar velha. Em Salzburgo parecia tudo ainda por comecar.
Todos os dias tenho o meu avô presente... o meu adorado avô. E as palavras ainda näo säo possiveis. Saudades.
E este ano vai ficar num envelope junto aos outros. Também teve muitas coisas boas. Mais uma série de momentos que, espera-se, tenham ajudado a tornar-me melhor pessoa, mais sábia com a vida.
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