Tenho uma amiga que levou o fim-de-semana todo a pensar no resultado da ressonância magnética à cabeça que ia fazer ontem. Por muito que fizessemos para a distrair, aquele bichinho estava lá, na cabeça dela e na nossa. Quando a abracei e parti rumo ao Sul, não falámos mais sobre isso, porque ia correr bem.
Fez ontem e o resultado foi negativo. E todos respirámos fundo de felicidade e alívio.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Das ausências...de novo
A minha cabeça produz cerca 3 posts por dia. Mas meus caros, o tempo continua apertadíssimo. Não os consigo vir aqui debitar, é essa a triste realidade. Mais seis semanas de loucura, mais coisa menos coisa e volto a ser um blogger produtivo, até porque guardar tanta parvoice aqui dentro não é nada saudável, garanto-vos!
Entretanto vai sendo quando der, infelizmente.
Como ouvi uma vez em directo numa belissima rádio regional:
"Caros ouvintes assim me despeço por hoje. Um abraço para eles... Um beijo para elas... E para os que não são nem uma coisa nem outra os meus cordiais cumprimentos" Priceless. Rádio Foia. Algarve profundo.
Entretanto vai sendo quando der, infelizmente.
Como ouvi uma vez em directo numa belissima rádio regional:
"Caros ouvintes assim me despeço por hoje. Um abraço para eles... Um beijo para elas... E para os que não são nem uma coisa nem outra os meus cordiais cumprimentos" Priceless. Rádio Foia. Algarve profundo.
Correspondência Interna
Bem o dia já passou e eu estava um bocado ocupado, e sei que a aniversariante me perdoa até porque é a culpada, mas não quis deixar de dar os parabéns por esta via também. Já que o restante staff não teve a delicadeza, vou ter de ser eu mesmo!
Happy Birthday MP!!!
Happy Birthday MP!!!
...
Estou ligeiramente desconfiada que vou chegar aos 30 sem nariz e sem garganta... o que não é uma imagem bonita, sobretudo por causa da garganta!

sexta-feira, 15 de maio de 2009
Trocas e baldrocas.
Adoramos o nosso ginásio. Os instrutores, as aulas, até já temos uns amiguinhos de ginásio e mais acabámos de conhecer a Tatiana que faz maravilhas. Tudo lindo e maravilhoso. E oferecem-nos anuidade gratuita noutra cadeia de ginásios...
Seria de não pensar duas vezes. Mas sou daquelas consumidoras tramadas. Uma marca diz-me que é boa, disponibiliza-me produtos/serviços bons e automaticamente rendo-me, fico fidelizada. Uma chatice.
Lá vou escolher qual o ginásio que quero então. Há alguns valores que se levantam:)
Seria de não pensar duas vezes. Mas sou daquelas consumidoras tramadas. Uma marca diz-me que é boa, disponibiliza-me produtos/serviços bons e automaticamente rendo-me, fico fidelizada. Uma chatice.
Lá vou escolher qual o ginásio que quero então. Há alguns valores que se levantam:)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Falta de coerência?
C: "Bom dia! Não estás melhor?"
BC: "Mais ou menos. Já estou a tomar drogas para matar a bicheza mas ainda não deu tempo para fazerem efeito."
C: "Mas estás com tão bom aspecto e boa cara!"
...
BC: "Mais ou menos. Já estou a tomar drogas para matar a bicheza mas ainda não deu tempo para fazerem efeito."
C: "Mas estás com tão bom aspecto e boa cara!"
...
Legumes e frutas.
Descobri que nos tipos de corpo que existem, sou Espargo. Não sou grande apreciadora de espargos... mas tendo em conta que os outros dois tipos são Maçã ou Pêra, o Espargo não me desagradou. Só a parte de ter de ir 4 a 5 vezes ao ginásio é que meio deixou de sobrolho franzido. Então? Os espargos não têm vida social?
Para todo os males!

Comecei a ficar meio adoentada e como não há tempo para estas coisas, resolvi ir logo à Farmácia em busca de algumas drogas. Acabada de entrar no estabelecimento, encontrei a minha porteira, que entre vários temas de conversa resolveu que o rapazinho da farmácia era um bom partido para a menina. Tema em comum? As nossas origens. E asssim foi, eu com o olho nas drogas que ele nunca mais me entregava, a sorrir pela coincidência, tudo muito bonito mas só queria ir para casa deitar a cabeça.
A sério que acredito que, às vezes, o pessoal lá em cima se diverte à brava há minha conta!!!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Recolorir.
domingo, 10 de maio de 2009
Desmitificações urbanas in the books.
Ultimamente, tenho encontrado e lido vários artigos, quer em revistas femininas, generalistas quer em suplementos de jornais, que insistem regularmente na mesma temática. Anda, anda e vão sempre falar do mesmo, pelo o que se entende que são dois temas que urge desmitificar qual mitos urbanos, que enquanto não são bem contrariados e explicados ninguém avançará na sua caminhada.
Primeiro:
Esta coisa da felicidade. Ao contrário do que tudo o que nos rodeia nos faz acreditar e teme em nos convencer, não é suposto andarmos todos os dias, a todas as horas, felizes de contentes. Não é possivel. Somos humanos. É normal numas horas andarmos mais desanimados, outras eufóricos, noutras tristes e ainda noutras nostálgicos. É importante este esclarecimento porque anda aí muita gente que à conta de achar que tem de andar sempre, a cada instante, aos pulinhos de contente, fica ainda mais deprimido quando vê que não é esse o seu caso. É normal. Anormal é achar o contrário. Tenho um amigo que andou a fazer psicanálise e quando finalmente percebeu que essa felicidade constante era um mito, tornou-se uma pessoa mais feliz.
O que conta é termos vários momentos felizes durante o dia e durante a vida ir coleccionando-os, de resto todos os outros estados de espírito são normais. Afinal, não passamos de humanos.
"Felizes podem ser talvez os besouros. O sofrimento faz parte da espécie humana." Carlos Amaral Dias.
Segundo:
Esta coisa do prazer sexual. Na revista Única chamam-lhe o desejado, noutras o êxtase e por aí adiante. Chega-se à conclusão de que muita gente não conhece bem o seu próprio corpo; que os homens se preocupam cada vez mais com o prazer da parceira, que à escala global poderão ser um milhão as mulheres que têm uma vida sexual insatisfeita e sobretudo que há uma série de mitos por desmitificar. Como, por exemplo, "Aliás, a sua única função é dar prazer sexual (o clitóris). E se não for estimulado durante o sexo, provavelmente elas nunca atingirão o ponto mais alto do prazer. O orgasmo é clitoriano e não vaginal" Marta Crawford.
Posto tudo isto, toca a simplificar e a aumentar os momentos felizes diários, para sermos pessoas menos cinzentas e mais "besouras".
Primeiro:
Esta coisa da felicidade. Ao contrário do que tudo o que nos rodeia nos faz acreditar e teme em nos convencer, não é suposto andarmos todos os dias, a todas as horas, felizes de contentes. Não é possivel. Somos humanos. É normal numas horas andarmos mais desanimados, outras eufóricos, noutras tristes e ainda noutras nostálgicos. É importante este esclarecimento porque anda aí muita gente que à conta de achar que tem de andar sempre, a cada instante, aos pulinhos de contente, fica ainda mais deprimido quando vê que não é esse o seu caso. É normal. Anormal é achar o contrário. Tenho um amigo que andou a fazer psicanálise e quando finalmente percebeu que essa felicidade constante era um mito, tornou-se uma pessoa mais feliz.
O que conta é termos vários momentos felizes durante o dia e durante a vida ir coleccionando-os, de resto todos os outros estados de espírito são normais. Afinal, não passamos de humanos.
"Felizes podem ser talvez os besouros. O sofrimento faz parte da espécie humana." Carlos Amaral Dias.
Segundo:
Esta coisa do prazer sexual. Na revista Única chamam-lhe o desejado, noutras o êxtase e por aí adiante. Chega-se à conclusão de que muita gente não conhece bem o seu próprio corpo; que os homens se preocupam cada vez mais com o prazer da parceira, que à escala global poderão ser um milhão as mulheres que têm uma vida sexual insatisfeita e sobretudo que há uma série de mitos por desmitificar. Como, por exemplo, "Aliás, a sua única função é dar prazer sexual (o clitóris). E se não for estimulado durante o sexo, provavelmente elas nunca atingirão o ponto mais alto do prazer. O orgasmo é clitoriano e não vaginal" Marta Crawford.
Posto tudo isto, toca a simplificar e a aumentar os momentos felizes diários, para sermos pessoas menos cinzentas e mais "besouras".
sábado, 9 de maio de 2009
Sobre os erros ortográficos.
Tomemos o exemplo da Natureza e dos seus pequenos seres - as formigas. Também poderiam ser as borboletas, mas, para este caso, serve-nos bem as formigas. Não deve ser entendido como menosprezo porque muitas coisas começam por pequenas formigas a rabearem no nosso estômago, que nos dão a indicação do surgimento de uma empatia maior e, daí até às borboletas, vai apenas um pequeno passo. Ou não. Partindo do princípio, que sim, as formigas tomam assim um papel preponderante nas nossas relações amorosas e maneira como nos relacionamos com o sexo oposto. Ora, um erro ortográfico numa mensagem escrita a convidar para o café, um e-mail, numa conversa de msn ou num outro texto, está para a evolução dessa empatia, como está o sapato para a formiga, quando de forma rápida e pesada cai sobre aquele corpo pequeno, franzino e preto que anda ali a passear no chão em fila indiana com as familiares.
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