quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
como isto tem andado.

As semanas deviam ter mais dias para que conseguisse jantar com toda a gente que me é querida. Assim, é ir a correr para o lanche e sair a correr para o jantar. Não tenho chegado a horas a coisa nenhuma. Não é nada meu portanto podem ver como as coisas andam.
Todos os jantares, lanches, momentos de "até já" sabem sempre a pouco... a melhor solução seria todo os dias reunir outra vez toda a gente com esse pretexto porque é bom de mais estarmos todos juntos. E nunca haverá vezes suficientes para sentir que já tenho a minha quota parte de "até jás"!!!!
Fazer as malas significa agora encaixotar alguns pertences para irem para outra casa. Fazer limpeza de excedentes para dar a quem precisa mais do que eu. Reunir numa parte da casa o que vai no contentor a que tenho direito. E deixar noutra parte o que vai ser de facto para ir comigo e literalmente fazer as malas.
Na hora do "Até já!"
Se não têm a certeza e querem muito saber se a vossa pessoa é apreciada no local de trabalho, experimentem enviar um e-mail a dizer que vão embora. É certeiro. A vossa auto-estima subirá de forma notável quase a ponto de rasgarem a carta de rescinsão de contrato.
terça-feira, 20 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Memórias da feira (do livro)
sábado, 17 de julho de 2010
Pequeno postal
Acerca do gosto salgado remoto, da sensação que fica na pele como uma aura, do cansaço ligeiro e feliz do corpo após estar cercado por toda aquela imensidão azul ou da retina resignada ao excesso de luz e beleza... Quanto haverá a dizer?
QuoteMachine #9
"É a sina dos homens serem sistemáticamente traídos pelos caprichos da realidade"
Mário de Carvalho
in
A Arte de Morrer longe
in
A Arte de Morrer longe
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Godspeed You! Silver Emperor
Já aqui tenho escrito, e acredito profundamente, na transitoriedade das coisas materiais. Mas ainda assim não deixamos de viver num mundo material. E nesse mundo alguns objectos tornam-se quase uma extensão do nosso próprio corpo.
Este levou-me por quase 40 000 kms. Nele comecei e acabei relações. Tive das melhores conversas da minha vida. Epifanias várias, desilusões, ilusões... Foi uma extensão de mim durante 12 anos.
Morreu como um bravo. Não de cansaço ou de doença prolongada, mas sim com estrondo, e de olhos abertos. Deixando-me quase sem provas, no corpo, de que tudo não teria sido um sonho.
Tudo é transitório, mas permito-me ficar triste ao pensar no meu fiel carro a caminho da sucata.
Este levou-me por quase 40 000 kms. Nele comecei e acabei relações. Tive das melhores conversas da minha vida. Epifanias várias, desilusões, ilusões... Foi uma extensão de mim durante 12 anos.
Morreu como um bravo. Não de cansaço ou de doença prolongada, mas sim com estrondo, e de olhos abertos. Deixando-me quase sem provas, no corpo, de que tudo não teria sido um sonho.
Tudo é transitório, mas permito-me ficar triste ao pensar no meu fiel carro a caminho da sucata.
Subscrever:
Mensagens (Atom)